Manifestações irrequietas

Tenho querer de criança e desejo de mulher
poesia de menina e palavras do corpo
em minhas entranhas semelhantes
a formidável musica de ninguém

Quero fazer sorrir o corpo e tremer a pele
na tranquila manifestação do sorrir
e manifesto a tempestade de poder
escolher não ser de ninguém
pertencer ao chorar da outra alma
do talvez fazer querer

Nada sou pela metade
nada de não ser
nada de amor tranquilo
poder nada nascer de mim
apenas nadar no corpo
do meu querer inerte
beijar na boca e sugar
a tranquila secura d´alma

No ventre meu eu
que pari com paixão
e amor infinito
pelas minhas erradas
partituras nascentes
outrora encerradas
e trancadas em meu
infinito particularmente
profundo.

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